terça-feira, 30 de novembro de 2010

Ya bieno ua nebada................

Hoije de manhana la paisaige era esta!!!
Parece que yá chegou l Ambierno, todo branco, stá buono para queimar rachones!!!

















segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Um perro a apanhar almendras

   Desta penso que naide staba a la spera!
   Nun sei se stais a recoincer l'arbore, ye l'almendreira que stá ne l sagrado! Ne l die de fiesta de Nuossa Senhora staba este perro staba arriba de la referida arbore!!! Este  perro trata-se dun tal Piriquito, que nun bou star a nomear quien ye l duonho! L duonho jura la pie junto que nó l subiu alhá, que se subiu el solo!
   Ye pena este animal estar eiqui, starie mui melhor nun circo, yá que ten estes dotes. Se nun qualquiera die inda bai pa la forca, mas esso ye outra stória............

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

L trolha i l carpinteiro

     Parece que ls scrinheiros fazirun ua scurson la Braga i a la Senhora de la Peinha ne l'ampeço de l mes de Júlio!!! La cousa stubo animada, pus houbo quien se tubisse molhado!!! I cumo nao poderie deixar de ser, tubírun dreito la trobas!!!
    Anton eiqui ban mais outras, mais un "belouro" que ye berdade!!!


Atenção ó bom pessoal
Ao caso que vos vou contar
Passou-se na Sr.ª da Penha
Quando fomos passear

A culpa foi do Presidente
Por ter mudado a hora
Mas eles foram informados
Querem-se desculpar agora

Fomos ao Bom Jesus a Braga
A também à Sr.ª do Sameiro
Mas foi na Sr.ª. da Penha
Que se perderam o trolha e o carpinteiro

O trolha e o carpinteiro
Meteram-se nos copinhos
Sentados debaixo de uma fraga
Mandaram vir uns caldinhos

Foram os dois passear
O carpinteiro e o trolha
Mas sem haver trovoada
Apanharam uma molha

Quando pensaram vir embora
Os pés patinavam
Foi quando descobriram
Que as cabeças pesavam

Perder não se perderam
Esqueceram-se da hora
Um dizia senta-te aqui
Outro dizia vamos embora

O caldo era verde
A louça era de barro
O vinho sabia também
Que não os deixou ir para o carro

Mas na bebedeira estavam iguais
Não sei qual o primeiro
São os dois industriais
Um trolha outro carpinteiro

Mas perdidos ou não
Fizeram alguns desesperar
Atendiam o telefone a rir
Quem telefonava a chorar

Depois de se ultrapassar o razoável
Resolveram ir procurar
Puseram-se a caminho
Mas nada de os encontrar

Os que estavam à espera
Ficaram muito admirados
Porque sem chover
Vinham muito orvalhados

Ainda se pensou em gozo
Que nos estavam a fazer
Mas foi um desconhecido
Que ao carro os veio trazer

Eles chegaram sãos e salvos
E o grupo já os esperava
Foram eles que disseram
A bezerra ficou na estrada

Caíram os dois à valeta
Foi verdade sim senhor
Se têm acompanhado os outros
As coisas tinham saído melhor

Ninguém se aleijou
Também não fizeram asneira
Chegaram a rir e a brincar
E com a louça toda inteira

Eles não estavam longe
Nem andaram a apanhar lenha
Tudo isto aconteceu
No alto da Sr.ª da Penha

A muito custo e com ajuda
Chegaram por fim à carreira
Mas os dois muito contentes
Por terem trazido a bandeira

Já têm acontecido
Mais coisas como esta
Já o Cajatas dizia
Quando é festa é festa.