sexta-feira, 29 de outubro de 2010
L Belouro
Toda la gente oubiu falar n´l belouro durante todo l berano!!! Quiem num sabe, l berouro ye an pertues un "boato". Todo esto porquei?
Parece que durante l berano houbo muita matéria, cumo diç la tie Adilia Pelhiça, para fazer trobas!!! Ora parece que un pessonalho que num quedou cuntento e dixe que era todo belouro.
...........I assi apareciu l belouro.........................
Anton eiqui queda um d´ls muitos belouros que se passorun!!!!
Ampeçamos assi cum "L belouro d´l Buieiro"
Parece que durante l berano houbo muita matéria, cumo diç la tie Adilia Pelhiça, para fazer trobas!!! Ora parece que un pessonalho que num quedou cuntento e dixe que era todo belouro.
...........I assi apareciu l belouro.........................
Anton eiqui queda um d´ls muitos belouros que se passorun!!!!
Ampeçamos assi cum "L belouro d´l Buieiro"
Lá pelos dias de S. João
Lá para os Quadros, num lameiro
Nasceu um vitelo pimpão
Que se for ao prémio será o primeiro!
Qual não foi a alegria
De quando chegou ao lameiro,
Com certeza se pós a cantar!
Estaria bem feliz o boieiro!
Nascer um vitelinho
É sempre uma grande alegria!
Só que pôr-lhe o brinco
É uma grande porcaria!
Quando chegou a casa,
Tratou de
alicate arranjar
E para lhe por o brinco
Chamou o filho para o ajudar.
“Nasceu um vitelo nos Quadros
Temos de o ir a brincar!
A ver se vens comigo,
Se não, não o consigo apanhar!”
“Não sei como vai ser!
O vitelo foge e a vaca é espúria!
De certeza que não fazemos nada!
Será melhor levar uma lúria!”
Diz o filho para o pai:
“Não vos chega uma angrideira!
Se já tendes medo dele agora
Não sei como o haveis de levar para a feira!”
Lá foram pai e filho
Lá foram para o lameiro
Mas qual não foi o espanto
De quando chegaram ao boqueiro!
“Que desgraça, que desgraça!
Estas vacas não se podem deixar
Ou foi o lobo que as espantou
Ou então puseram-se a moscar!”
E agora como vai ser?
Como nós as vamos a encontrar
O melhor que temos a fazer
é manda-las arreponsar!
Correram aquela xareta
E também a Fonte Antona
E eles bem gritavam
“Toma! Anda cá! toma!”
Foram a vale de Pia
A ver se tinham ido ao tanque beber
Mas nem sinais ali havia
De terem estado vacas a “pacer”
Seguiram para o Toural
E o filho avistou uma coisa branca
“É a capela do Rosário!
Se lá estiverem nada me espanta!”
Então seguiram em frente
Até que encontraram as vacas da Parra
As deles não as encontraram
Pois já iam chegando á Marra!
O dono já estava cansado
E também arreliado
E todo se lastimava
Porque que não as tinha apeado.
Com erva pela barriga
E com água no ribeiro a correr!
É só porque são galdrapas!
O que foram para casa fazer?
Que ninguém se esteja a rir!
Pois que graça isto pode ter?
Qualquer um que tenha vacas
Está sujeito a lhe acontecer!
As vacas que há agora
Não há quem as domine
Pouco serve tapar o boqueiro
Pois estão mais leves que um vime!
O que vale é que estavam gordas!
Fará se estivessem fracas!
Só se conseguiam fazer parar
Apeadas dos cornos as patas!
Olhai que a gente é bem fraca!
Só se sabe rir do mal!
Anda que não ajudaram o homem
A meter as vacas no curral!
A quem lhe sucedeu a peripécia
Não vale a pena revelar!
É melhor guardar isto em segredo
Não se vá ele anrreibar
!
A história não sei se foi assim!
Mas também não é belouro!
Olhai que o vitelo ainda há-de ser
Para cobrição um bom touro!
Agora que acaboram las bandimas e la semanteira stamos de buolta!!!!
Apuis deste tiempo que isto stubo parado, pus num hoube bagar, eiqui stamos pra cuontar l q se passa ou se passou por acá!
Eiqui quedam uns retratos d´l die de Fiesta d´l Berano
Eiqui quedam uns retratos d´l die de Fiesta d´l Berano
Subscrever:
Mensagens (Atom)
